13 de março de 2011

Aqueles dias de chuva...

Leia essa livro-postagem ouvindo essas músicas (clique aqui)





''Chuva é que nem hospício.
Une vários loucos, num lugar só...
e os transforma em irmãos.'' (Julie Grudtner)

Introdução
A chuva pode ser um ''saco'' quando te impede de andar de bicicleta na rua, mas torna essencial quando é usada para te fazer lembrar do quanto é bom escorregar na grama molhada, junto com os amigos. 


Capítulo 1 - Lá no esporte
Dias chuvosos. São aqueles dias em que as pessoas acham que não podem fazer nada. Mas pensa: chovendo ou não, a maioria das pessoas passam o dia na frente do computador, e só percebem que poderiam estar andando de bicicleta na rua, quando está está chovendo. Que fenômeno!
Sexta-feira passada, eu fui para um programação da escola chamada ''esporte''. Tem todo dia à partir da 2:30, mas nas sextas-feiras começa 1:30..
Eu combinei com uns amigos de nós nos encontrarmos no esporte pra, obviamente, praticar esportes.
Quando já era ,mais ou menos, 15:30, nós fomos pra perto da portaria esperar nossos pais. Foi aí que começou a garoar

Capítulo 2 - Descobrindo os segredos da chuva
Como primeira opção, decidimos ficar num lugar coberto até a chuva passar. Então eu disse: ''Gente, nem ''tá'' chovendo, ainda, vamos ficar aqui onde eu estou, ''tá'' ventando um monte!!  Olha que massa!!
Aí beleza... Ficamos lá na garoa até que o vento ficou muito forme e começou a ''cair um toró''.

Capítulo 3 - Idéias pluviais
Pertinho de onde estávamos, tinham vários blocos de gramado e alguns estavam em forma de rampa. Um dos meus amigos conseguia fazer uma barulho muito estanho com a garganta. Tipo um grito. Assim"IÓÓÓÓÓ!!!''
Aí eu disse: ''Vamos descer a rampa gritando ióóóó!'', e lá fomos nós. Parecíamos um monte de jumentinhos pulando, mas valeu a pena.
Depois que algumas pessoas forma embora, eu tive outra idéia. E disse assim pra uma das minhas amigas: '' Segura minha mão. Olha, a gente vai correndo pela grama e quando eu gritar já, a gente se joga no chão ok?''. E assim foi.
Não consigo descrever a emoção que senti quando eu me joguei no chão. Eu sei que gargalhei muito. Foi um do melhores dias da minha vida...

Capítulo 4 - O lagarto não queima?
Quando eram 16 horas, nós fomos à portaria e do nada apareceu uma lagarta (que futuramente seria uma borboleta) no chão. Uma das minhas amigas foi lá e chegou bem pertinho dela e eu exclamei: ''Cuidado!! Ela queima!!''
A minha amiga irracionalmente pegou ela.
Eu demorei um pouco pra me conformar com aquilo.

Capítulo 5 - 
Bom, meus amigos foram embora e eu fiquei lá na portaria... sozinha e ensopada, mas feliz por ter realizado um sonho.
É, eu estava feliz e com medo, pra falar a verdade. Imagina só, nós estávamos com um carro novo, e se meu pai fosse me buscar com aquele carro novo, eu temei que eu não ia poder entrar no carro.
Bom, depois de um tempo meu pai chegou. Eu entrei no carro e pensei ''entrei no carro? yes!!''.
Meu pai disse: ''você parece um filhotinho molhado''. Eu disse: '' é que eu tomei banho de chuva, se você não percebeu...''
Ele disse: Que bom! Eu adorava fazer isso na sua idade!''
Eu sorri e pensei: ''Esse é meu pai...''

Capítulo 6 - Banho de chuva é...
Quando eu cheguei em casa, descobri que tomar banho de chuva não é só se molhar na chuva. Mas sim, se libertar, porque nenhum verdadeiro banho de chuva acontece se você não gritar ou sem escorregar de propósito com os amigos...

Tenha minutos de liberdade. Tenha minutos de banho de chuva. (Julie Grudtner)


Fim

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