6 de maio de 2017

de onde vêm os abacaxis - parte 1

perdão, mas isso é urgente. improrrogável. não porque você possa perder alguma coisa se não ler isso, no entanto, quando mais cedo compreender a essência do texto, mais cedo perceberá o tanto de tempo que você, na verdade, já perdeu. 

às vezes, erramos. 
ou melhor, erramos numa média de, hummm, infinitas vezes por hora. não tem média. o ser humano é pra lá de imprevisível. mas, errar não é, necessariamente, lá um grande problema. ou talvez nem mesmo seja um problema. afinal, na grande maioria das vezes, os problemas são definido pela maneira com que nós lidamos com eles. 
então o que temos em mãos quando erramos? oh, nada menos do que a grandiosa oportunidade de aprender com os nossos próprios erros! me digam se não é um grande alívio quando aquela situação chatinha se resolve e você percebe que da próxima vez que aquilo acontecer você já vai saber o que fazer? ou quando descobrimos que nem tudo é o fim do mundo! ah, é bom mesmo que o mundo não tenha acabado porque choveu no dia do meu jogo ou porque eu perdi um trabalho importante. já vou avisando: isso não chega nem perto de ser algo relacionado ao otimismo.
entender as coisas de uma determinada maneira antes mesmo de se deparar com elas é ser racional, apenas. claro, é bastante divertido, por incrível que pareça, ser racional. mas esse divertimento na razão está longe de ser um simples otimismo. não é bem lógico que a nossa visão das coisas defina a maneira como vamos lidar com elas? e não é obvio que a maneira como vamos lidar com as coisas determine a influência que elas terão sobre nós? a gente até que fica bastante feliz quando se dá conta disso porque é a partir daí que percebemos que o passou, passou. 
o importante agora é o que virá ou o que vou fazer da próxima vez em que me deparar com uma situação relativamente problemática., e, bem, acho vou querer pensar melhor da próxima vez que isso acontecer.

sinto-lhe em dizer que esse sentimento de leveza e contentamento não dura por muito tempo.

***

Nenhum comentário:

Postar um comentário